
Hoje, depois da ascenssão de Barack Hussein Obama Jr, as expressões, nos EUA, negro, preto, crioulo ficaram cafona ou mais preconceituosas ainda. Agora preferem ser afro-americanos. Não existe isso de afro-americanos, são americanos porque não existem os euro-americanos, nem os oceanios-americanos e etc.Por falar em africanos, o inimaginável está acontecendo na África, continente que a vice de Mc Caine, Sarah Pallin, pensava que era um país; ocorre que o sainte presidente George W. Bush, goza de uma popularidade incrivel nos paises daquele continente. Na Costa do Marfim tem 82% de popularidade, Quênia, terra onde nasceu o pai de Obama, é de 72%, Gana 69%, Mali 66% e Nigéria 62%. Essa popularidade se deve ao envio de milhões de dólares para combater a AIDS e a malária, as duas epidemias mais graves do continente. Uma sugestão, quando entregar a presidência, como é de prache de ex-presidentes americanos darem palestras mundo a fora, Mr. Bush deveria se enveredar pelas savanas africanas palestrando com seus pares.

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